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quinta-feira, 3 de abril de 2025

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A CAMPANHA DA FRATERNIDADE E AS CRÍTICAS NAS REDES SOCIAIS

CAMPANHA DA FRATERNIDADE

As críticas que associam a Campanha da Fraternidade e a Coleta de Domingo de Ramos a ações "comunistas" são, muitas vezes, baseadas em mal-entendidos e desinformação. Vamos entender um pouco melhor essas campanhas e o uso dos recursos arrecadados para ver o que realmente acontece:

A Campanha da Fraternidade e a Coleta de Domingo de Ramos

🔹 Campanha da Fraternidade:

Tradicionalmente realizada durante a Quaresma, é uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para sensibilizar os católicos e a sociedade sobre questões sociais, como a justiça, a solidariedade, saúde, educação, o cuidado com os mais necessitados, a ecologia e outras causas. Cada ano, a campanha tem um tema específico, que visa refletir sobre situações de injustiça social, pobreza, desigualdade e direitos humanos.

🔹 Coleta de Domingo de Ramos:

Esta coleta é realizada na celebração de Domingo de Ramos e tem como objetivo arrecadar recursos para ajudar as populações mais necessitadas, principalmente em regiões de difícil acesso e em situações de vulnerabilidade. Os recursos da coleta são destinados a ações sociais e pastorais da Igreja, tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo.

O FNS (Fundo Nacional de Solidariedade) e o FDS (Fundo Diocesano de Solidariedade)

Esses dois fundos são responsáveis pelo destino dos recursos arrecadados, e são fundamentais para garantir que as ações solidárias da Igreja cheguem às pessoas que mais precisam.

🔹 FNS (Fundo Nacional de Solidariedade):

  • O que é: O FNS é gerido pela CNBB e recebe os recursos arrecadados pela Campanha da Fraternidade e pela Coleta de Domingo de Ramos. O FNS recebe 40% do valor arrecadado pela coleta.
  • Finalidade: O FNS destina os recursos arrecadados para projetos de solidariedade e assistência social, como a construção de casas populares, alimentação para famílias carentes, apoio a comunidades em situação de risco e ações que promovam a dignidade humana. O fundo também ajuda em situações emergenciais, como desastres naturais.
  • Transparência: O FNS possui uma gestão transparente. A CNBB acompanha os projetos financiados e garante que os recursos sejam aplicados de forma eficaz e correta.
  • Em 2023, a Campanha da Fraternidade arrecadou R$ 6.577.799,88.

🔹 FDS (Fundo Diocesano de Solidariedade):

  • O que é: Cada diocese tem seu próprio fundo, o FDS, que é uma forma de ajudar a implementar as ações de solidariedade local. O FDS recebe 60% do total arrecadado na coleta.
  • Finalidade: O FDS é utilizado para projetos sociais em nível local, como auxílio a famílias em situação de vulnerabilidade, distribuição de alimentos, programas de inclusão social e apoio às comunidades mais pobres. Ele também pode apoiar iniciativas de evangelização e educação.
  • Apoio Local: Esse fundo tem uma grande importância, pois possibilita que a ajuda chegue diretamente às comunidades e áreas mais necessitadas, através da colaboração entre paróquias, dioceses e outras organizações e movimentos sociais.

As críticas à Campanha da Fraternidade e a Coleta do Domingo de Ramos

O uso dos recursos da Campanha da Fraternidade e da Coleta de Domingo de Ramos visa ações sociais concretas, como a promoção da justiça social e a solidariedade cristã. No entanto, algumas críticas, especialmente de setores mais conservadores, tentam associar essas ações a uma agenda "eco-teologia comunista" ou "campanha socialista".

A Campanha da Fraternidade 2025, especialmente, tem sido alvo de críticas de grupos extremistas de direita e de quem considera que a Quaresma deve ser baseada no jejum, oração e esmola. Frases como: “a CNBB quer cuidar de plantas e não de pessoas”, ressoam como a mais clássica desinformação a respeito das mudanças climáticas que assolam o nosso planeta. O arcebispo de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa, disse que existe um grupo que acha que a Quaresma deveria ser só aquele esquema clássico de jejum, oração e esmola.

🔹 Por que essa associação?

  • Muitas vezes, as críticas são baseadas no fato de que as ações de solidariedade e as políticas de justiça social são confundidas com ideias socialistas ou comunistas, que defendem uma redistribuição de riquezas de maneira mais ampla.
  • O conceito de ajudar os pobres e oprimidos é muitas vezes distorcido, sendo erroneamente interpretado como defesa de regimes autoritários ou anticapitalistas, o que não é o caso da Igreja, que se compromete com a dignidade humana, o respeito à liberdade e a justiça social, dentro dos valores do Evangelho.
  • A Igreja Católica, como instituição, não defende ideologias políticas, mas propõe valores cristãos que buscam solidarizar-se com os pobres e promover a igualdade de oportunidades, sem recorrer a soluções radicais como as do comunismo.

Como Combater as Fake News sobre as Ações da Igreja

🔹 Educação e Transparência:

A melhor maneira de combater essas acusações é com educação e transparência. Explicar de forma clara como funcionam os fundos de solidariedade, como são aplicados e quais os resultados práticos dessas ações ajuda a desmistificar as fake news.

🔹 Testemunhos e Resultados:

Mostrar como as ações concretas ajudam as comunidades é uma forma eficaz de combater a desinformação. Testemunhos de pessoas beneficiadas pelas campanhas podem demonstrar a importância do trabalho social da Igreja.

🔹 Apoio das Lideranças Religiosas:

Líderes religiosos, como padres e bispos, podem esclarecer a motivação cristã por trás dessas ações e destacar que elas não têm qualquer vínculo com ideologias políticas, mas sim com valores cristãos de caridade, fraternidade e justiça.

As ações da Igreja Católica, como a Campanha da Fraternidade e a Coleta de Domingo de Ramos, são voltadas para a solidariedade social e a promoção da justiça e fazem parte da doutrina social da Igreja. No entanto, em um cenário político polarizado, essas iniciativas podem ser erroneamente associadas a ideologias como o socialismo ou comunismo. É importante entender que a Igreja busca atuar na promoção da dignidade humana, cuidando dos mais pobres e necessitados, e que os recursos arrecadados são usados para ações concretas que ajudam as comunidades carentes, com transparência e respeito aos princípios cristãos.

O QUE É FEITO COM OS RECURSOS ARRECADADOS PELA CF

Há informações concretas sobre como os recursos arrecadados pela Campanha da Fraternidade são utilizados, principalmente por meio do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), que recebe as doações da campanha e da Coleta de Domingo de Ramos. A utilização desses fundos é voltada para ações sociais concretas, que beneficiam comunidades em situações de vulnerabilidade e promovem a justiça social. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) acompanha e divulga os resultados das iniciativas financiadas, promovendo transparência.

Alguns exemplos de como esses recursos são aplicados:

Projetos de Habitação e Assistência a Famílias em Situação de Rua

A Campanha da Fraternidade tem como um de seus objetivos apoiar projetos que ajudem a garantir moradia digna para famílias em situação de risco e vulnerabilidade. Em algumas regiões, os recursos foram utilizados para a construção de casas populares ou a melhoria das condições de moradia em áreas periféricas ou de favelas.

  • Exemplo: Em algumas dioceses, os recursos ajudaram a construir centros de acolhimento temporário para pessoas em situação de rua, oferecendo refúgio, alimentação, e serviços básicos, além de facilitar o processo de reintegração social.

Apoio a Comunidades Indígenas e Quilombolas

A Igreja no Brasil tem dedicado parte dos recursos da Campanha da Fraternidade para o apoio a comunidades tradicionais, como índios e quilombolas, promovendo a preservação de seus direitos e o fortalecimento das suas culturas.

  • Exemplo: Em algumas regiões da Amazônia, o FNS tem financiado projetos de educação e saúde voltados para as populações indígenas, além de apoiar iniciativas de defesa de seus territórios, que estão sob constante ameaça de desmatamento ilegal e conflitos com grandes empresas.
  • Exemplo: Também foram apoiados projetos que buscam a valorização das culturas quilombolas, com a preservação da memória e da identidade dessas comunidades, além de ações para o desenvolvimento sustentável.

Ações de Educação e Inclusão Social

Em várias partes do Brasil, os fundos da Campanha da Fraternidade são direcionados para projetos educacionais, com foco em garantir acesso à educação básica e profissionalizante, especialmente em comunidades marginalizadas e periféricas.

  • Exemplo: Em algumas cidades, os recursos foram utilizados para criar centros de educação e capacitação profissional para jovens em situação de vulnerabilidade, preparando-os para o mercado de trabalho e proporcionando uma perspectiva de futuro.
  • Exemplo: Ações de alfabetização e qualificação de adultos também foram financiadas, oferecendo novas oportunidades de inserção social.

Apoio a Pessoas com Deficiência e Ações de Inclusão

Os recursos arrecadados pela Campanha da Fraternidade também têm sido usados para promover a inclusão de pessoas com deficiência, com o objetivo de garantir acesso à educação, trabalho, e serviços de saúde adequados.

  • Exemplo: Em algumas dioceses, o FNS foi utilizado para adaptar escolas e instituições de ensino a fim de garantir que pessoas com deficiência tenham acesso às mesmas oportunidades educacionais. Também foram realizados programas de formação profissional para a inclusão no mercado de trabalho.

Assistência e Proteção a Crianças e Adolescentes em Situação de Abuso e Exploração

Outro foco importante da Campanha da Fraternidade são as ações voltadas para proteger crianças e adolescentes em situação de abuso e exploração sexual, assim como aqueles em situação de trabalho infantil.

  • Exemplo: O FNS ajudou a financiar projetos de acolhimento institucional e reintegração familiar para crianças e adolescentes em situação de abuso, com apoio psicológico e jurídico. Também foram realizados programas de sensibilização e educação nas comunidades sobre os direitos das crianças.

Apoio a Ações de Justiça Ambiental e Sustentabilidade

Em consonância com o ensinamento cristão sobre o cuidado com a Criação, parte dos recursos é direcionada a projetos de justiça ambiental, com foco na preservação dos recursos naturais e na sustentabilidade.

  • Exemplo: Na Amazônia, a Igreja tem financiado projetos que buscam proteger o meio ambiente, valorizando e capacitando as comunidades locais a se engajarem em práticas de agricultura sustentável e proteção ambiental.
  • Exemplo: A Igreja também tem apoiado iniciativas de reflorestamento e proteção de áreas de preservação, como reservas florestais e terras indígenas, buscando a recuperação de ecossistemas e o combate ao desmatamento.

Assistência e Reabilitação de Vítimas de Desastres Naturais

Em momentos de desastres naturais, como enchentes, deslizamentos de terra ou secas extremas, os recursos da Campanha da Fraternidade são utilizados para apoiar as vítimas e ajudar na reconstrução de áreas afetadas.

  • Exemplo: Após grandes enchentes em várias regiões do Brasil, o FNS foi destinado à ajuda humanitária e à reconstrução de casas e infraestruturas essenciais, como escolas e centros comunitários.

Transparência e Prestação de Contas

A CNBB e as dioceses que gerenciam os projetos beneficiados pelos recursos da Campanha da Fraternidade têm o compromisso de prestar contas publicamente sobre a utilização dos recursos. Isso garante que os fiéis e a sociedade em geral possam acompanhar como os recursos estão sendo utilizados e qual o impacto das ações financiadas.

Os recursos arrecadados pela Campanha da Fraternidade têm sido amplamente usados para promover justiça social, assistência aos mais necessitados e fortalecer as comunidades vulneráveis em diversas partes do Brasil. Os projetos financiados são bem diversificados, abrangendo áreas como habitação, saúde, educação, proteção social e justiça ambiental. A transparência e a gestão responsável dos recursos são fundamentais para garantir que as ações realmente cheguem a quem mais precisa.

Os recursos são distribuídos conforme os projetos inscritos no FNS ou FDS. Os processos de recebimento, análise, deferimento e acompanhamento de todos os projetos, são de responsabilidade do departamento Social da CNBB, conjuntamente com o Conselho Gestor do FNS-CNBB. Para envio de projetos a Instituição deve estar em conformidade com o Edital do Fundo Nacional de Solidariedade, publicado em fns.cnbb.org.br todos os anos. . Após o envio, os projetos serão analisados pelo Conselho Gestor do FNS- CNBB. A Instituição poderá acompanhar os status do trâmite do projeto no sistema.

A prestação de contas

A prestação de contas da Campanha da Fraternidade (CF), incluindo a arrecadação e distribuição dos recursos, é uma prática importante da Igreja Católica no Brasil, principalmente por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para garantir a transparência do uso das doações. Embora os detalhes exatos de cada ano possam variar, a CNBB costuma divulgar informações sobre a destinação dos recursos e relatórios anuais das arrecadações realizadas pela Campanha da Fraternidade.

Aqui estão algumas maneiras de acessar essas informações:

1. Relatórios da CNBB

A CNBB publica regularmente os relatórios de prestação de contas das campanhas realizadas, incluindo a Campanha da Fraternidade. Esses relatórios geralmente incluem dados sobre:

  • Total arrecadado durante a campanha (geralmente a partir da Coleta de Domingo de Ramos).
  • Destinação dos recursos (quais projetos e iniciativas sociais receberam financiamento, como foram distribuídos os fundos e o impacto dessas ações).

Esses relatórios podem ser encontrados no site da CNBB ou podem ser solicitados diretamente à Secretaria Geral da CNBB.

2. Site da CNBB

O site oficial da CNBB (https://www.cnbb.org.br/) é uma boa fonte para informações sobre transparência e prestação de contas. Além de relatórios anuais, o site pode ter atualizações e informações sobre os projetos financiados com as arrecadações da Campanha.

3. Documentos Diocesanos e Paroquiais

Em nível local, as dioceses e paróquias também têm a responsabilidade de prestar contas sobre o uso dos recursos arrecadados. Muitas vezes, as dioceses publicam relatórios de como os recursos da Campanha da Fraternidade foram aplicados em suas regiões, destacando projetos sociais que receberam apoio.

4. Relatórios de Projetos Financiados

Os projetos financiados pela Campanha da Fraternidade e pelo Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) têm suas próprias prestações de contas, que geralmente são feitas pelas organizações parceiras ou pelas dioceses responsáveis. Algumas dioceses disponibilizam relatórios sobre como o dinheiro foi usado para ações sociais específicas, como:

  • Construção de casas para pessoas em situação de rua.
  • Programas de educação para jovens em risco.
  • Apoio a comunidades vulneráveis, como indígenas e quilombolas.
  • Ações de saúde e assistência social.

5. Relatórios de Transparência e Auditoria

Em alguns casos, a CNBB realiza auditorias externas ou auditorias internas para garantir que os fundos sejam usados de maneira adequada. Essas auditorias podem ser incluídas nos relatórios de prestação de contas.

Exemplo de Acesso:

  • Campanha da Fraternidade 2023: No site da CNBB, você pode encontrar informações sobre a Campanha da Fraternidade 2023, incluindo detalhes sobre a arrecadação e a destinação dos recursos, bem como o impacto das ações sociais financiadas.
  • Relatório 2022: Um exemplo de relatório da Campanha da Fraternidade 2022 está disponível no portal da CNBB, com informações sobre os valores arrecadados, os projetos financiados e os resultados alcançados.

É possível acessar as informações sobre a prestação de contas da Campanha da Fraternidade, incluindo os valores arrecadados e como os recursos foram distribuídos. As informações estão geralmente disponíveis no site da CNBB, e também nas dioceses e paróquias que acompanham os projetos financiados.

FONTES:

https://fns.cnbb.org.br/fundo/informativo/index 

sábado, 15 de março de 2025

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sexta-feira, 7 de março de 2025

O PAPEL DA MULHER NA IGREJA

A discussão sobre o papel da mulher na Igreja tem sido um tema de grande importância e relevância nos tempos atuais. No contexto do século XX e XXI, mulheres como Santa Teresa de Calcutá, Santa Dulce dos Pobres e Zilda Arns se destacam como exemplos inspiradores de serviço e amor ao próximo, mostrando como as mulheres podem desempenhar papéis cruciais na vida da Igreja e na sociedade como um todo.

Entre todas as mulheres, não podemos deixar de mencionar a maior delas: Nossa Senhora, Mãe de Jesus e da Igreja. Maria desempenhou um papel único e crucial na história da redenção, sendo escolhida por Deus para dar à luz o Salvador do mundo. Sua humildade, devoção e obediência são um exemplo para todos os cristãos, homens e mulheres, de como responder à vontade de Deus com fé e submissão (Lucas 1,26-38).

Ao longo das Escrituras, encontramos numerosos exemplos de mulheres que desempenharam papéis significativos na história da redenção e na vida do povo de Deus. Desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento, essas mulheres são apresentadas como modelos de fé, coragem e serviço.

Débora: No livro de Juízes, encontramos a história de Débora, uma profetisa e juíza em Israel. Débora foi uma líder corajosa que exerceu autoridade e liderança sobre o povo de Deus em um tempo de grande dificuldade (Juízes 4-5).

Ester: é uma figura central no livro que leva seu nome. Ela era uma jovem judia que se tornou rainha da Pérsia e desempenhou um papel crucial na salvação de seu povo da destruição (Ester 4,14).

Rute: ela não era israelita, mas ganhou um lugar entre o povo de Deus por sua dedicação a Deus e o seu amor à sua sogra. Ela abandonou sua casa e família para servir a Deus. Trabalhadora e respeitosa, Rute conquistou o coração de Boaz e foi a bisavó do rei Davi.

• Ana: Ana não podia ter filhos, mas ela confiava em Deus e orou com fé por um filho. Quando Deus lhe deu o que ela tanto desejava, ela dedicou-o ao Senhor, em gratidão. O seu filho, Samuel, cresceu no templo e tornou-se um grande profeta. (Livro 1Samuel).

• Maria de Magdala: é frequentemente lembrada como uma das seguidoras mais fiéis de Jesus. Ela foi testemunha da ressurreição de Jesus e foi comissionada por ele para anunciar a boa nova aos discípulos (João 20,11-18).

• Priscila: é mencionada várias vezes no Novo Testamento como uma colaboradora fiel na propagação do Evangelho. Ela e seu marido, Áquila, trabalharam lado a lado com Paulo na missão de plantar igrejas e ensinar o evangelho (Atos 18, 2.18.26; Romanos 16, 3-5; 1 Coríntios 16,19).

• Febe: é mencionada por Paulo em sua carta aos Romanos como uma serva da Igreja em Cencréia. Ela foi elogiada por sua dedicação ao serviço cristão e pela liderança que exercia entre os irmãos (Romanos 16,1-2).

• Lídia: abriu a sua casa a Paulo até que fosse estabelecido a igreja em Filipo. Lídia teve um papel importante na edificação da igreja naquele lugar. (Atos 16, 14-15).

Além das mulheres bíblicas, a Igreja também foi enriquecida por inúmeras mulheres ao longo da história, que dedicaram suas vidas à evangelização, à caridade e à liderança espiritual. Entre elas, destacam-se:

• Santa Teresa de Ávila: Reformadora do Carmelo e uma das grandes místicas da Igreja, cuja obra influenciou profundamente a espiritualidade cristã.

• Santa Joana d’Arc: Jovem guerreira francesa que, movida por sua fé, liderou o exército francês na Guerra dos Cem Anos e foi canonizada pela Igreja.

• Santa Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz): Filósofa, judia, convertida ao catolicismo e carmelita, que morreu no campo de concentração de Auschwitz, oferecendo sua vida em sacrifício.

• Luísa de Marillac: foi a fundadora das Filhas da Caridade e uma figura de grande resiliência feminina. As Filhas da Caridade, foi a primeira congregação feminina a viver fora do clausuro. A missão da organização era atender os doentes e necessitados, com "casa" nos hospitais e nas ruas.

• Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus (Madre Paulina): Primeira santa canonizada do Brasil, fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e grande exemplo de serviço aos pobres e doentes.

• Santa Dulce dos Pobres: dedicou sua vida ao serviço dos mais necessitados, fundando as Obras Sociais Irmã Dulce, que ainda hoje ajudam milhares de pessoas. Seu testemunho de fé e caridade lhe rendeu reconhecimento mundial, sendo canonizada em 2019. Ela é um exemplo de liderança cristã pelo amor e serviço ao próximo.

• Irmã Dorothy Stang: foi uma freira missionária norte-americana que se dedicou à defesa dos direitos humanos na Amazônia. Foi assassinada em 2005.

• Zilda Arns: Médica e missionária leiga, fundadora da Pastoral da Criança, que dedicou sua vida à defesa da infância e das famílias mais necessitadas. Faleceu em 12 de janeiro de 2010, no Haiti, durante o terremoto que devastou o país.

Além dessas grandes figuras da história da Igreja, é preciso reconhecer e valorizar as milhares de mulheres catequistas que, anonimamente, fazem a evangelização na Igreja. Muitas delas dedicam suas vidas ao ensino da fé, formando gerações de cristãos, mas nem sempre são reconhecidas ou têm acesso a espaços de liderança dentro da Igreja. Seu trabalho é essencial para a transmissão da fé e para o fortalecimento das comunidades.

Que possamos, como comunidade de fé, honrar e celebrar o papel das mulheres na Igreja, reconhecendo sua contribuição vital para a missão e o testemunho do Evangelho. Sigamos o exemplo daquelas que nos precederam na fé, mulheres que serviram fielmente ao Senhor, proclamando sua verdade e compartilhando seu amor com o mundo ao nosso redor.

Deus abençoe todas as mulheres e a sua ação evangelizadora na Igreja! Amém!

Ângela Rocha
Mulher, Catequista, Formadora e Teóloga

Um Feliz Dia da Mulher!






DICAS PARA UM ENCONTRO MISTAGÓGICO

Imagem: Freepik

1. Criando um ambiente propício

• Sempre que puder, insira músicas ou som ambiente nos seus encontros.

• Para a oração, crie um clima de recolhimento: luz mais suave, velas acesas, cheiro de incenso... tudo isso leva à meditação que a oração requer.

• Use o espaço a seu favor: se possível, realize parte do encontro na igreja, diante do sacrário ou ao redor de uma mesa para reforçar a experiência simbólica.

• Valorize a experiência sensorial: além da música e das imagens, inclua elementos táteis, como tocar a água benta, segurar um terço ou sentir o aroma do incenso.

2. Tornando a experiência significativa

• Imagens falam ao inconsciente, use sempre imagens que remetem ao tema do encontro.

• Símbolos da fé, sempre! Cruz, Bíblia, velas acesas, flores, imagem de Nossa Senhora, de santos (se tiver a ver com o encontro).

• Gestos e ritos enriquecem a vivência: pequenos gestos, como traçar o sinal da cruz na testa de cada um ou lavar simbolicamente as mãos, podem tornar a experiência mais marcante.

• Silêncio também fala: momentos de silêncio ajudam a interiorizar a experiência e dão espaço para que Deus fale ao coração.

3. Envolvendo os catequizandos

• Ouça o que os catequizandos têm a dizer, incentive preces espontâneas e testemunhos.

• Conecte com a vida: relacione os temas e símbolos com a realidade dos catequizandos, ajudando-os a perceber Deus agindo em suas vidas.

• Aprofunde-se na Palavra: a mistagogia tem um forte vínculo com a liturgia e a Palavra de Deus. Incentive os catequizandos a revisitarem as leituras e a aplicá-las no cotidiano.

• Crie expectativa no início do encontro, deixe seus (suas) catequizandos “surpresos” e ansiosos pelo que vai vir.

4. Deixando um impacto duradouro

• Termine com um gesto concreto: convide os catequizandos a fazer um compromisso prático com base no que viveram no encontro.

Ângela Rocha
Catequista - Graduada em Teologia pela PUCPR



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MISTAGOGIA: PEDAGOGIA CATEQUÉTICA E TEMPO NO CATECUMENATO

 

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🔹 O que é a Mistagogia e por que ela é essencial na catequese?
🔹 O papel do(a) catequista mistagogo(a) e sua missão formativa
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domingo, 2 de março de 2025

O MINISTÉRIO DE CATEQUISTA: O IMPACTO NA VIDA DA IGREJA

 


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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

EUCARISTIA COMO CEIA


Para entender o que celebramos na Eucaristia, é preciso “celebrar”. E entender o que se está celebrando. “Celebração” é um conceito próximo de “festa”. Celebrar é dar vida a uma festa. Na Eucaristia, celebramos a vida e festejamos nossa condição de filhos de Deus.

Vamos então ao Evangelho de Lucas. O evangelista Lucas escreveu para os gregos. E os mestres gregos divulgavam seus ensinamentos caminhando ou durante as refeições. Lucas usou isso e descreveu Jesus como o “caminhante”, o filho de Deus que desceu dos céus para caminhar junto com as pessoas. E no caminho ele vai explicando a vida delas. Podemos ver isso na narrativa dos discípulos de Emaús, uma das mais belas histórias da Bíblia. Neste Evangelho está claro como Lucas vê a Eucaristia. (Lucas 24, 13-35).

Jesus explica o mistério da vida aos discípulos, que neste momento estão fugindo decepcionados, com suas esperanças frustradas. Essa imagem, longe de ser triste, é um panorama maravilhoso para descrever a celebração da Eucaristia. Nós vamos à Igreja como pessoas que muitas vezes estão fugindo de alguma coisa, decepcionadas com a vida e buscando algo que nem nós mesmos entendemos o que é. Lá, à luz das escrituras, nos é explicado por que aconteceu daquele jeito, como aconteceu, qual é o significado por trás de tudo e para onde vai nosso caminho. As leituras da Palavra dão esse significado. Quando entendemos os “porquês” da nossa vida, aprendemos a lidar com ela.

Hoje, muitos fogem da verdade de si mesmos e das suas vidas.

Na Eucaristia, Jesus quer nos convidar a ver e entender nossa vida de uma maneira nova, à luz de suas palavras e de uma história que liberta e ilumina. A Eucaristia é, então, uma nova interpretação de nossa vida a partir da fé em Jesus Cristo. Ao partir o pão, os olhos dos discípulos se iluminaram e eles puderam entender essa “nova” vida dada a toda humanidade.

E nessa “ceia” e nas diversas outras descritas por Lucas encontramos a compreensão exata da Eucaristia. Para ele, a ceia eucarística é a continuação das refeições que Jesus fez durante sua vida com justos e injustos, pecadores e inocentes. Nessas refeições Jesus tornou visível a bondade de Deus e Sua solicitude ao ser humano, muito mais que pão ou comida, ofertou dádivas divinas com amor e generosidade, com aceitação incondicional, com o perdão dos pecados e a cura de todas as enfermidades. As refeições que Jesus fazia com pecadores e justos eram cheias de alegria e gratidão pela proximidade com Deus. E assim como os mestres gregos transmitiam seus ensinamentos nos banquetes, Lucas descreve Jesus como o mestre que transmite os pensamentos mais importantes durante as refeições. Em sua palavra ele sempre lembra a “essência” divina que temos. O reino de Deus está em nós, somos a morada de Deus, essa é a nossa virtude. Somos capazes de Deus!

Jesus convidava os pecadores para suas refeições. E somos convidados para a ceia do amor assim mesmo, como somos, com todos os nossos defeitos e fraquezas. Aceitar o convite ou convidar os fariseus (pecadores) para uma refeição, mostra que eles se desviaram do amor e mostra que comer com eles é exercer o perdão.

Uma das mais belas imagens da Eucaristia é descrita por Jesus na parábola do filho pródigo, que ele conta em uma refeição com os pecadores. (Lucas 15, 11-32). Somos todos como o filho pródigo. Nós nos afastamos de nós mesmos, da nossa essência e perdemos a nossa pátria interior. Dilapidamos nosso patrimônio e vivemos de esmolas e migalhas. Saciamos nossa fome com comida barata. E nos sentimos cada vez piores com isso.

Na Eucaristia nos “aprumamos” para ir à casa do Pai. Para “voltar” ao nosso lugar. É lá que nossa fome será saciada de todas as coisas que necessitamos. A Eucaristia é a ceia da alegria que o Pai realiza para nós. Ele festeja porque não estamos mais perdidos. Por isso devemos comer e ser felizes. Estávamos “mortos”, separados de nossos sentimentos, excluídos da verdadeira vida. Nós nos perdemos, mas, na eucaristia nos reencontramos e nos tornamos vivos. Celebramos a ceia da “Vida”!

Ali, na Eucaristia, descobrimos quem somos e qual é o verdadeiro sentido da nossa vida: que somos amados incondicionalmente por Deus, que Deus espera por nós e que nunca é tarde demais para voltar ao lugar em que verdadeiramente “estaremos em casa”.

E em toda celebração da Eucaristia, tornamos presente o que aconteceu no passado. Jesus está entre nós e faz a refeição conosco.

Em seus vários relatos sobre ceias, Lucas explica o que ocorre em toda Eucaristia. Para ele, também, a eucaristia é principalmente a celebração da memória da última ceia de Jesus com seus discípulos, na qual Ele deu um novo sentido aos gestos de partir o pão e beber o vinho do cálice. Jesus utilizou o rito da ceia pascal para recomendar a seus discípulos um novo rito, que deveriam celebrar sempre após a sua morte, a fim de honrar a memória do seu amor.

Ângela Rocha

Catequista – Graduada em Teologia pela PUCPR.

Fonte: “Eucaristia: Transformação e União” – Frei Anselm Grün.





terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

A COORDENAÇÃO NA CATEQUESE - APOSTILA

 

A COORDENAÇÃO NA CATEQUESE

Planejamento, Formação e Liderança

🎯 Você que é coordenador ou deseja se aprofundar no ministério de coordenação na catequese, chegou a oportunidade de aprimorar ainda mais sua missão!

📚 A apostila traz:

· O papel do coordenador na catequese

· Organização e planejamento eficazes

· Desafios da coordenação catequética

· Tecnologia e evangelização digital

· Roteiros

🚀 Ferramenta indispensável para quem deseja fortalecer o serviço de coordenação e tornar a catequese mais dinâmica, organizada e conectada com os desafios da atualidade!

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sábado, 15 de fevereiro de 2025

COLEÇÃO CATEQUESE FAMILIAR

CATEQUESE FAMILIAR

A Catequese Familiar é fundamental porque reconhece que a família é a "Igreja doméstica" e o primeiro ambiente onde a fé é transmitida. Os documentos da Igreja enfatizam a importância dos pais como primeiros catequistas dos filhos e destacam que a evangelização deve envolver toda a família.
Por que a Catequese Familiar é necessária? A família é a base da educação na fé – O Catecismo da Igreja Católica (CIC 2223-2226) afirma que os pais têm a primeira responsabilidade de educar os filhos na fé e quea família é a comunidade cristã fundamental.
Fortalece o vínculo entre fé e vida – A catequese não pode ser apenas um aprendizado teórico; ela deve ser vivida no dia a dia. A Catequese Familiar ajuda a integrar a fé na rotina da família.
Prepara um ambiente favorável para a vivência cristã – Se a fé é cultivada em casa, o catequizando se sente mais motivado a crescer espiritualmente.
Evita a "terceirização" da fé – Muitos pais acreditam que a catequese é apenas responsabilidade da Igreja ou dos catequistas, mas a Catequese Familiar reforça o papel ativo da família na formação cristã.

O que dizem os documentos da Igreja?

  • Diretório para a Catequese (2020): Destaca que a catequese deve incluir a família e incentivá-la a ser protagonista na evangelização dos filhos.
  • Familiaris Consortio (1981), de São João Paulo II: Afirma que "a tarefa educativa dos pais é tão decisiva que, se faltar, dificilmente pode ser suprida por outra".
  • Documento de Aparecida (2007): Ressalta que "a família é um dos tesouros mais importantes da América Latina" e que a catequese deve ajudá-la a viver e transmitir a fé.
  • Amoris Laetitia (2016), do Papa Francisco: Insiste na necessidade de formar os pais para que eles sejam catequistas dentro do lar.

Como colocar em prática a Catequese Familiar?

  •  Encontros com os pais – Criar momentos de formação e espiritualidade para as famílias.
  • Catequese intergeracional – Momentos em que pais e filhos aprendem juntos sobre a fé.
  • Materiais de apoio – Fornecer sugestões de leituras, orações e atividades para que a catequese continue em casa.
  • Valorização dos ritos e celebrações em família – Incentivar a oração em casa, a leitura da Bíblia e a participação na missa juntos.
COLEÇÃO CATEQUESE FAMILIAR


CATEQUESE FAMILIAR: UMA PROPOSTA DE IVC

R$ 30,00.

Além de orientações a respeito do que é e como organizar na paróquia (Itinerário), a apostila conta com roteiros de encontro e temas básicos de Catequese para mais ou menos 5 Etapas de catequese (Eucaristia e Crisma).


ENCONTROS COM A FAMÍLIA

R$ 20,00

Sugestão para encontros catequéticos com os pais ou responsáveis.






CATEQUESE INICIÁTICA

R$ 10,00

Projeto de catequese com a família nos 3 primeiros meses da 1ª Etapa.





Promoção: as 3 por 50,00

Pedidos: whats 41 997470348





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